Nunca estive nas festas de carnaval da Vogue. Essa época sempre estou em Salvador, e teria estado também esse ano se a Fabíola não tivesse me ordenado que ficasse.
Mulher leonina manda… homem libriano obedece…
E já que pode, vamos nos fantasiar. Fiz de Fabíola uma corista e claro eu só podia me fazer de palhaço (ironias a parte…)
A maior diversão foi a preparação, desde a escolha, as excursões a 25 de março e maquiagem do Ricardo dos Anjos regada a drinks na casa de Fabíola.
Por incrível que pareça o meu telefone não parou na tarde da sexta feira de amigas e clientes querendo, uma roupa, uma cabeça, sei lá…
- Mas como assim??? Agora? A essa hora?
Vivemos numa época tão louca e corrida que não temos mais o tempo de preparação, as preliminares, que muitas vezes são o melhor da festa.
E ai tudo vira quase uma obrigação para cumprir um protocolo de se fantasiar e não o prazer em si.
Cadê o tempo?
O luxo e o tempo… O luxo que é apenas ter tempo…













